Compositor: Alan Menken, Howard Ashman
Eu admito que no passado fui sórdida
Eles não brincavam quando me chamavam, bem, de bruxa
Mas você verá que hoje em dia
Eu reparei todos os meus modos
Me arrependi, vi a luz e fiz uma mudança
Verdade?
Sim
E felizmente conheço um pouco de mágica
É um talento que sempre possuí
E ultimamente aqui, por favor, não ria
Eu uso isso em favor
Dos miseráveis, solitários e deprimidos
(Patéticos)
Pobres almas infelizes
Na dor, na necessidade
Esta deseja ser mais magra
Aquele deseja conquistar a garota
E eu os ajudo?
Sim, de fato
Aquelas pobres almas infelizes
Tão tristes, tão verdadeiras
Elas vem em grupos para o meu caldeirão
Chorando: Feitiços, Úrsula, por favor!
E eu os ajudo?
Sim, ajudo
Agora, aconteceu vez ou outra
Alguém não pode pagar o preço
E temo que tive que prendê-los nos carvões
Sim, ouvi a estranha reclamação
Mas em tudo eu fui uma santa
Para aquelas pobres almas infelizes
Os homens lá em cima não gostam de muita falação
Eles acham que a garota que tagarela é um tédio
Sim, na terra é muito melhor
Que as garotas não digam uma palavra
E afinal, querida, para que servem papos vazios?
Vamos lá
Eles não se impressionam nada com conversa
Verdadeiros cavalheiros a evitam quando podem
Mas eles babam, desmaiam e cortejam
Por uma garota que não se comunica
É aquela que segura a língua que consegue o homem
Vamos lá, sua pobre alma infeliz
Vá em frente, faça sua escolha
Sou uma mulher muito ocupada
E não tenho o dia todo
Não custará muito
Somente a sua voz
Sua pobre alma infeliz
É triste, mas é verdade
Se quer cruzar a ponte, minha querida
Você precisa pagar o pedágio
Tome um gole e tome um fôlego
E vá em frente e assine o contrato
(Flotsam, Jetsam, agora eu a peguei, garotos)
A chefe está numa maré de sorte
Esta pobre alma infeliz